Axé Kavok
Axé Kavok Rua Marcilio Rizo 110 Tel 27962046 Radio 830AM Toda sexta feira 21:00/22:00hs Com Programa Odus e Voduns no Candomblé
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
SEJA BEM VINDO
Filho de Odé com Oyá, com personalidade forte porém determinado, e grande defensor da religião. Atendendo diariamente onde é procurado por muitas pessoas para esclarecer suas duvidas, com filhos em grande parte da Europa como: Portugal, Itália, Alemanha e França , grande pesquisador da religião axé Salvador , Recife e grande parte do Brasil. Pesquisador de Odus, Orixás : Ketu , Djedje , Bantu. Vários filhos com casa aberta com filhos , netos e bisnetos .
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
DIALETO DJEDJE
*esin = água
*atinçá = árvore
*agrusa = porco
*kpo = pote
*zó ou izó = fogo
*avun = cachorro
*nivu = bezerro
*bakuxé = parto de barro
*kuentó = kuentó
*yan = fio de contas
*vodun-se = filho do vodun ou iniciados da Nação Jeje
*yawo = filho do vodun ou iniciados da Nação Ketu
*muzenza = filho do vodun ou iniciados da Nação Angola
*tó = poço
*zandro = cerimônia Jeje
*sidagã = auxiliar da Dagã na Cerimônia a Legba
*zerrin = ritual fúnebre Jeje
*sarapocã = cerimônia feita 07(sete) dias antes da festa pública de apresentação do(a) iniciado(a) no Jeje
*sabaji = quarto sagrado onde fica os assentos dos Voduns
*runjebe = colar de contas usado após 07(sete) anos de iniciação
*runbono = primeiro filho iniciado na Casa Jeje
*rundeme = quarto onde fica os Voduns
*ronco = quarto sagrado de iniciação
*bejereçu = cerimônia de matança
*atinçá = árvore
*agrusa = porco
*kpo = pote
*zó ou izó = fogo
*avun = cachorro
*nivu = bezerro
*bakuxé = parto de barro
*kuentó = kuentó
*yan = fio de contas
*vodun-se = filho do vodun ou iniciados da Nação Jeje
*yawo = filho do vodun ou iniciados da Nação Ketu
*muzenza = filho do vodun ou iniciados da Nação Angola
*tó = poço
*zandro = cerimônia Jeje
*sidagã = auxiliar da Dagã na Cerimônia a Legba
*zerrin = ritual fúnebre Jeje
*sarapocã = cerimônia feita 07(sete) dias antes da festa pública de apresentação do(a) iniciado(a) no Jeje
*sabaji = quarto sagrado onde fica os assentos dos Voduns
*runjebe = colar de contas usado após 07(sete) anos de iniciação
*runbono = primeiro filho iniciado na Casa Jeje
*rundeme = quarto onde fica os Voduns
*ronco = quarto sagrado de iniciação
*bejereçu = cerimônia de matança
*Serruçu= Deus maior dos Sapaktas
* exá = paz e felicidade
ORIGEM DO SAVALÚ
Savalu, Benim, África.
Savalu ou Savalou é uma cidade da República do Benim, localizada a uns 70 quilômetros da cidade de Dassa-Zoumé onde existe o Templo Dassa-Zoumé dedicado a Nanã Buruku.
O termo Saluvá ou Savalu, na verdade, vem de "Savé" que era o lugar onde se cultuava Nanã.
Nanã, uma das origens das quais seria Bariba, uma antiga dinastia originária de um filho de Oduduá, que é o fundador de Savé, é uma parada na rota para o norte é a cidade de Savé. É um lugar muito especial e de grande tradição religiosa desprendida das misteriosas formações rochosas, algumas de carácter sagrado e a alma do povo Fon a perceber-se por toda parte, principalmente pelo culto ao Vodum Sakpata. Também indica o nome do povo dessa região, que veio escravizado para o Brasil. Em termos de identidade cultural, forma uma subdivisão da cultura yoruba.
Os Savalus no Brasil
Os Savalus chegaram no Brasil escravizados em meados do século XVII, juntamente com outras etnias, entre outros os falantes das língua akan, língua ewe, língua fon, língua mina, língua fanti e língua ashanti.
Antes da libertação dos escravos em 1888, os escravos fugidos das fazendas reuniam-se em lugares afastados nas florestas em agrupamentos ou comunidades chamadas quilombos, depois da libertação, os africanos libertos reuniam-se em comunidades nas cidades que passaram a chamar de candomblé.
O Barracão (candomblé) de Ajunsun-Sakpata foi fundado mais tarde pela africana Gaiacu Satu, em Cachoeira e São Félix, Bahia e recebeu o nome de Axé Pó Egi, mais conhecido por Cacunda de Yayá. São os Jeje-Savalu ou Savaluno. Sakpata era rei da cidade Savalu na África, segundo alguns historiadores, Sakpata foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. O dialeto dos savalus também é o Fon
Savalu ou Savalou é uma cidade da República do Benim, localizada a uns 70 quilômetros da cidade de Dassa-Zoumé onde existe o Templo Dassa-Zoumé dedicado a Nanã Buruku.
O termo Saluvá ou Savalu, na verdade, vem de "Savé" que era o lugar onde se cultuava Nanã.
Nanã, uma das origens das quais seria Bariba, uma antiga dinastia originária de um filho de Oduduá, que é o fundador de Savé, é uma parada na rota para o norte é a cidade de Savé. É um lugar muito especial e de grande tradição religiosa desprendida das misteriosas formações rochosas, algumas de carácter sagrado e a alma do povo Fon a perceber-se por toda parte, principalmente pelo culto ao Vodum Sakpata. Também indica o nome do povo dessa região, que veio escravizado para o Brasil. Em termos de identidade cultural, forma uma subdivisão da cultura yoruba.
Os Savalus no Brasil
Os Savalus chegaram no Brasil escravizados em meados do século XVII, juntamente com outras etnias, entre outros os falantes das língua akan, língua ewe, língua fon, língua mina, língua fanti e língua ashanti.
Antes da libertação dos escravos em 1888, os escravos fugidos das fazendas reuniam-se em lugares afastados nas florestas em agrupamentos ou comunidades chamadas quilombos, depois da libertação, os africanos libertos reuniam-se em comunidades nas cidades que passaram a chamar de candomblé.
O Barracão (candomblé) de Ajunsun-Sakpata foi fundado mais tarde pela africana Gaiacu Satu, em Cachoeira e São Félix, Bahia e recebeu o nome de Axé Pó Egi, mais conhecido por Cacunda de Yayá. São os Jeje-Savalu ou Savaluno. Sakpata era rei da cidade Savalu na África, segundo alguns historiadores, Sakpata foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. O dialeto dos savalus também é o Fon
CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE ODE KILLEUY
Tudo começou com a chegada ao Brasil de Gaiaku Rosena, vinda de Aladá, no Benim. Esta fundou o Kwe Podabá, a primeira casa Fon no Rio de Janeiro, que iniciou poucas pessoas. Entre elas, a Sra A delaide do Espírito Santo mais conhecida como Mejitó, também chamada de ( a sabidinha) , por seu grande conhecimento religioso, era iniciada de Vodum Ijó , ela iniciou somente cinco pessoas dentre elas a Sra Natalina , que mais tarde fundou sua própria casa de candomblé denominada Kwe Sinfá ( casa das Águas de Fá). Sua roça era situada na rua Ana , em Agostinho Porto , São João de Meriti , Rio de Janeiro que iniciou algumas pessoas, dentre elas podemos destacar o Sr Rui de Olissá que foi o primeiro filho de de Mãe Natalina a abrir sua própria roça onde fez várias iniciações. Entre elas a do Sr Artur mais conhecido como O dé Cialê , que por evolução natural, fundou sua própria roça , em Vila Rosário , Caxias , Rio de Janeiro.. Neste local juntamente com seu Doté, fez a iniciação de George Mauricio, que passou a ser conhecido na época como Odé Kitauají. Durante muito tempo este residiu no bairro de Fátima, no centro do Rio de Janeiro, com a família de Odé Cialê, morando posteriormente durante muitos anos no terreiro. Lá, adquiriu grande conhecimento e também realizou algumas obrigações temporais.
Após um certo período, completou sua parte religiosa com a sacerdotisa Iyá Ominibu, senhora Lourdes, em Nilópolis, no Rio de Janeiro sendo conhecido como Fobá Orum, e onde se encontra até os dias atuais. Iyá Ominibu foi iniciada por mãe Tança, descendente do asé Poegí, mais conhecido como Cacunda de Yayá fundado por Gaiaku Satu. Atualmente George Mauricio é conhecido como ODÉ KILLEUY e tem sua roça, há quase três décadas, no bairro de Edson Passos, no Rio de Janeiro onde iniciou varias pessoas.
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